História do Campo

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A idéia de construir um campo de golf surgiu em 1997, da convicção de Michael Rumpf-Gail, sócio-fundador e presidente do empreendimento, de que um campo de golf marcaria de maneira definitiva o conceito diferenciado e exclusivo de Terravista.

Quando escolheu o terreno, levou em conta a possibilidade de criar ali um dos melhores espaços para a prática do esporte na América do Sul, o que 7 anos depois acabou se tornando uma realidade.

O projeto do campo, que ocupa 70 hectares (distribuídos entre grama plantada, lagos e vegetação nativa), foi realizado por Dan Blankenship, da Gold Tee Golf International. Formado em arquitetura pela South Dakota State University, Blankenship é responsável pela criação e desenvolvimento de mais de 20 campos de golf no mundo.

O projeto do Terravista teve inicio em novembro de 2000 e as obras em Maio de 2002, e duraram exatos 24 meses até sua abertura ao público no dia 27 de maio de 2004.

Durante a construção do campo, por solicitação do IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), foi realizada uma pesquisa arqueológica no terreno reservado ao campo de golf e que revelou a existência de importantes vestígios de civilizações Aratu e Tupiguarani, exatamente onde hoje estão localizados os buracos 14 e 15. A pesquisa arqueológica realizada na Terravista foi a primeira escavação intensiva de um sítio pré-histórico na região Sul da Bahia, levou quase dois anos para ser realizada e trouxe informações importantes para o estudo destas civilizações (mais informações sobre a pesquisa arqueológica na Terravista podem ser obtidas em  Link )

 

 

 

arq_10Fotos de algumas peças encontradas na pesquisa arqueológica realizada na Terravista

A área impactada pelas obras no campo foi apenas aquela utilizada para o jogo, preservando a topografia e vegetação do entorno, considerados obstáculos e atrativos naturais para os jogadores.

O sistema de drenagem do campo também foi projetado para ajudar a proteger as falésias, contendo o processo de erosão causado pelo desmatamento nos séculos passados.

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São 70 hectares de área de campo, incluindo áreas gramadas, lagos e roughs, dentro de uma área de 300 hectares. Este projeto único foi desenvolvido com maestria pelo arquiteto do campo, oferecendo aos jogadores a oportunidade de jogar em dois campos totalmente distintos. A primeira volta (buracos 1 a 9) está inserida na Mata Atlântica, com temperatura e umidade características, enquanto a segunda volta (buracos 10 a 18) é jogada próxima à praia, sendo 4 buracos à beira-mar, sobre as falésias, onde poderá entrar em jogo o vento, exigindo mais habilidade dos golfistas.

Em Terravista o golf integra o ciclo fechado de reaproveitamento da água: os efluentes gerados pelo complexo turístico-imobiliário são tratados em estação própria (ETE – Estação de Tratamento de Efluentes) e utilizados para a irrigação do campo de golf e do paisagismo do empreendimento.

O campo possui o mais moderno sistema de irrigação existente no país, onde uma completa estação meteorológica, e vários sensores espalhados pela área, captam informações sobre a temperatura, o vento, índice pluviométrico, absorção de água no solo, entre outras informações, e as utiliza como parâmetro de programação de um avançado sistema de controle que acionará automaticamente os 1.200 pontos de irrigação (aspersores) onde, quando e pelo período que for necessário.

O projeto do campo utilizou mais de 80 km de cabos e dutos subterrâneos para garantir a eficiência do sistema de drenagem e irrigação, proporcionando uma excelente qualidade dos tees, fairways e greens.

Além da beleza desta região da Bahia, um dos trechos de praia mais bonitos do litoral brasileiro, da exuberância da natureza intocada, e das características construtivas do campo, o fato de estar localizado na Costa do Descobrimento, onde há 500 anos os portugueses descobriram este país, conferem ao Terravista Golf Course um grande valor histórico e cultural para os turistas que visitam a região.